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Como as escolas tradicionais estão se adaptando às EdTechs

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Há bastante tempo, as escolas tradicionais têm mantido o sistema de ensino em um mesmo formato. Isso se aplica a ambientes, instrumentos, metodologia, didática de professores e diversos outros fatores que não mudaram por muito tempo. Nesse cenário, nos últimos anos surgiram iniciativas tecnológicas para aprimorar o ensino, oferecendo maior protagonismo ao estudante, que deixa...

Há bastante tempo, as escolas tradicionais têm mantido o sistema de ensino em um mesmo formato. Isso se aplica a ambientes, instrumentos, metodologia, didática de professores e diversos outros fatores que não mudaram por muito tempo. Nesse cenário, nos últimos anos surgiram iniciativas tecnológicas para aprimorar o ensino, oferecendo maior protagonismo ao estudante, que deixa de ser apenas um espectador.

Conhecidas como EdTechs, essas empresas perceberam a oportunidade que a disseminação do acesso à internet, dos computadores e dos dispositivos móveis proporcionou à área da educação. Não se pode dizer que o modelo tradicional perdeu sua importância, mas foi impulsionado e potencializado com produtos e projetos inovadores para fora da sala de aula. 

A palavra “Edtech” é uma abreviação de “educational technology”, que significa, em inglês, “Tecnologia Educacional”. Assim como a Faros, essas empresas visam desenvolver soluções tecnológicas para ofertar serviços relacionados ao mercado da educação, como plataformas de ensino, cursos on-line, jogos educativos, sistemas de gestão de aprendizado, entre outros.

Entre as inúmeras vantagens de utilizar as EdTechs, a principal é a capacidade de tornar a aprendizagem mais eficiente. Isso é demonstrado quando a relação entre o tempo gasto com o ensino e o conteúdo absorvido pelo aluno é aproveitado ao máximo. Isso se mostra justamente o oposto do que defendem algumas correntes mais conservadoras. A internet não afasta a atenção dos alunos, mas, se utilizada corretamente, ajuda a retomar o interesse dos jovens pelo aprendizado.

Mas não é apenas nas escolas e no ensino formal que as EdTechs estão atuando. Cada vez mais, a revolução tecnológica se faz necessária, desde os cursos de ensino a distância até os treinamentos corporativos. O mercado é vasto e exatamente por isso é importante prestar atenção às inovações e, no caso dos interessados em empreender na área, nas carências que o setor apresenta e precisam ser supridas.

Com a pandemia do novo coronavírus, as EdTechs ganharam destaque, pois apresentam uma possibilidade de adaptação de ensino adaptável para tempos em que não é possível aglomerar alunos em sala. Dessa forma, até mesmo as escolas mais tradicionais, de todos os níveis, têm reconhecido a relevância da tecnologia no setor e procurado essas empresas para aplicar métodos inovadores em seus métodos diários de ensino.

Está precisando de uma solução educacional tecnológica e inovadora para sua empresa? A Faros desenvolve plataformas de aprendizagem, portais educacionais e programas de capacitação de acordo com o que o cliente precisa.  

Conhecidas como EdTechs, essas empresas perceberam a oportunidade que a disseminação do acesso à internet, dos computadores e dos dispositivos móveis proporcionou à área da educação. Não se pode dizer que o modelo tradicional perdeu sua importância, mas foi impulsionado e potencializado com produtos e projetos inovadores para fora da sala de aula. 

A palavra “Edtech” é uma abreviação de “educational technology”, que significa, em inglês, “Tecnologia Educacional”. Assim como a Faros, essas empresas visam desenvolver soluções tecnológicas para ofertar serviços relacionados ao mercado da educação, como plataformas de ensino, cursos on-line, jogos educativos, sistemas de gestão de aprendizado, entre outros.

Entre as inúmeras vantagens de utilizar as EdTechs, a principal é a capacidade de tornar a aprendizagem mais eficiente. Isso é demonstrado quando a relação entre o tempo gasto com o ensino e o conteúdo absorvido pelo aluno é aproveitado ao máximo. Isso se mostra justamente o oposto do que defendem algumas correntes mais conservadoras. A internet não afasta a atenção dos alunos, mas, se utilizada corretamente, ajuda a retomar o interesse dos jovens pelo aprendizado.

Mas não é apenas nas escolas e no ensino formal que as EdTechs estão atuando. Cada vez mais, a revolução tecnológica se faz necessária, desde os cursos de ensino a distância até os treinamentos corporativos. O mercado é vasto e exatamente por isso é importante prestar atenção às inovações e, no caso dos interessados em empreender na área, nas carências que o setor apresenta e precisam ser supridas.

Com a pandemia do novo coronavírus, as EdTechs ganharam destaque, pois apresentam uma possibilidade de adaptação de ensino adaptável para tempos em que não é possível aglomerar alunos em sala. Dessa forma, até mesmo as escolas mais tradicionais, de todos os níveis, têm reconhecido a relevância da tecnologia no setor e procurado essas empresas para aplicar métodos inovadores em seus métodos diários de ensino.

Está precisando de uma solução educacional tecnológica e inovadora para sua empresa? A Faros desenvolve plataformas de aprendizagem, portais educacionais e programas de capacitação de acordo com o que o cliente precisa.  

Como o ensino a distância ajudará a economia brasileira no pós-pandemia

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Nos últimos meses, a economia do mundo sofreu com os efeitos colaterais da crise na saúde. Desde então, temos buscado soluções para recuperar tudo o que o setor econômico perdeu no primeiro semestre de 2020. O ensino a distância (EaD) é uma das grandes ferramentas ajudarão os profissionais do nosso país a partir de agora....

Nos últimos meses, a economia do mundo sofreu com os efeitos colaterais da crise na saúde. Desde então, temos buscado soluções para recuperar tudo o que o setor econômico perdeu no primeiro semestre de 2020. O ensino a distância (EaD) é uma das grandes ferramentas ajudarão os profissionais do nosso país a partir de agora.

Segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), até 2023 mais alunos se matricularão em cursos na modalidade EaD do que nos presenciais. O Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), indica que, desde 2016, as matrículas em cursos EaD têm crescido mais de 5% ao ano, enquanto as inscrições em cursos presenciais estão em declínio. Em tempos de pandemia, a modalidade tem ganhado um destaque ainda maior.

O mundo digital e a economia estão interligados. Subitamente, vimos milhares de empresas espalhadas pelo país, em seus mais variados ramos, se adaptarem ao teletrabalho, mais conhecido como home office. Dessa forma, as pessoas se viram conectadas como nunca para evitarem a paralisação total das atividades.

Antes da pandemia, o mercado apresentava um cenário em que a qualificação profissional já era bastante requisitada. Como citado no artigo “O profissional do pós-pandemia” aqui no blog da Faros https://faroseducacional.com.br/o-profissional-do-pos-pandemia-caracteristicas-para-se-preparar-para-o-novo-normal/, agora, os trabalhadores serão cobrados ainda mais sobre suas especializações. E são esses profissionais que terão um papel crucial na retomada da economia a partir do segundo semestre de 2020.

Uma das poucas coisas boas provenientes desta crise é a quantidade de instituições que liberaram cursos gratuitos de especialização. Buscando apoiar a economia e os profissionais no pós-pandemia, companhias como a Universidade Harvard e a Fundação Getulio Vargas (FGV) liberaram mais de 100 vagas para diversas especializações, além de outros institutos que você pode consultar neste artigo: https://faroseducacional.com.br/cursos-gratuitos-na-quarentena.

A verdade é que não sabemos como e quando a economia brasileira “voltará para os trilhos”. No entanto, acreditamos que a especialização, o aprendizado e a capacitação dos trabalhadores são as principais alternativas para recuperarmos o tempo perdido pela crise. Sabemos que o mercado exigirá profissionais cada vez mais preparados e a solução é se capacitar. Aulas e cursos presenciais podem demorar a retomar as atividades, mas os cursos a distância permanecem a todo vapor. Aproveite para se tornar um profissional que ajudará a recuperar o Brasil após a pandemia.

O novo formato de trabalho em agências de comunicação pós-pandemia

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Apesar do que muita gente está dizendo, a pandemia ainda não acabou. Enquanto aguardamos a resposta da ciência com a criação de uma vacina para a COVID – 19, estamos nos adaptando, como podemos, para amenizar os efeitos da crise. Assim como todos os outros setores, a comunicação passou por dias que transformaram o formato...

Apesar do que muita gente está dizendo, a pandemia ainda não acabou. Enquanto aguardamos a resposta da ciência com a criação de uma vacina para a COVID – 19, estamos nos adaptando, como podemos, para amenizar os efeitos da crise. Assim como todos os outros setores, a comunicação passou por dias que transformaram o formato de trabalho no primeiro semestre de 2020.

Foram quase três meses que as agências mantiveram as portas de escritórios fechadas e seus colaboradores se adaptaram ao home office. Entretanto, aos poucos, estamos retomando nossas atividades, em um novo formato. Podemos ver agências traçando estratégias para que os trabalhos voltem ao “normal”, porém, acreditamos que o trabalho remoto veio para ficar.

A Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) criou um protocolo de segurança para o setor e aguarda a aprovação definitiva desses documentos pela prefeitura da capital paulista. A entidade recomenda a reabertura gradual e escalonada dos escritórios, começando com apenas 5% da força de trabalho presente, além de uma série de políticas de distanciamento e higiene.

Porém, a maioria das agências descarta a possibilidade de voltar às suas sedes em um futuro próximo, apesar dessa ideia. Gestores estão agindo com cautela e, diariamente, fazendo análises dos cenários possíveis para as próximas semanas, se inspirando em iniciativas de retomada no exterior, mas sem projeções exatas de quando voltar aos escritórios.

O que antes era uma história sobre o futuro, a pandemia antecipou e se tornou em realidade. As mudanças que estão ocorrendo graças à tecnologia e à revolução digital modificam as relações econômicas entre empresas e empregados, o que permite criar novos modelos de produção e prestação de serviços.

O novo formato de trabalho em escritórios transforma o espaço físico da empresa em um lugar para integração e passagem de conhecimento entre colaboradores. Já as lideranças passam a assumir cada vez mais o papel de incentivadores, uma vez que assumem a função de impulsionar seus liderados. Quanto aos colaboradores, estes abraçam cada vez mais o papel de protagonistas de seus trabalhos, já que dependem totalmente deles assumirem a responsabilidade da produtividade e excelência durante a jornada de trabalho.

Com tantas mudanças ocorrendo no mercado de trabalho, sabemos e acreditamos que não há hora melhor de se reinventar. Sejam os colaboradores, líderes, gestores ou empresas, grandes ou pequenas, a realidade de uma pandemia mostrou a todos nós que quem se adaptar mais rápido às transformações, tem mais chances de sobreviver à crise.